MINHAS VIAGENS
INTRODUÇÃO

       Viajar é uma necessidade do homem, é necessário olhar com os seus próprios olhos a história da humanidade, palmilhar por estradas onde algumas das vezes ficam intransitáveis, sentir o frio enrregelar as nossas mãos e em outros locais aquele calor abrasador, de nada adiantam lermos em livros descrições de determinados locais e ver aquelas lindas imagens neles impressas, ou deleitarmos com aqueles documentários na TV, temos de sentir o contato da história junto a nós, poder passar as mãos naqueles velhos e crespos monumentos já trabalhados pelos séculos de sua existência, sentir o doce aroma ou o cheiro de mofo e da umidade nas catacumbas da história, subir em uma grande pedra e pensar: - estou sobre uma pirâmide e não acreditar que o homem conseguiu carregá-la e levar até aquele local que parecia inacessível.

O Autor no Egito

Quantas das vezes temos de parar para pensar como foi realizada aquela suntuosa obra e quantas vidas humanas foram ceifadas para que, aquele grande senhor pudesse desfrutar momentos gloriosos, ou, ao mesmo tempo, contemplar aquela complexa moradia em construção e considerar como sua última morada, aquela que alguém levou sua existência a construir acreditando em desfrutar em outro mundo, a continuação daqueles privilégios que tinha no nosso planeta Terra.

       Quantos arquitetos na antiguidade tiveram as suas vidas ceifadas após a conclusão do seu trabalho, para que não pudessem passar adiante seus conhecimentos, de forma tal, que aquele monumento fosse o único, ou simplesmente para que o segredo do seu acesso fosse sepultado com a sua morte.

       Mas, no futuro ficamos sabendo que ao pensarmos que estivéssemos descobrindo algo, alguém mais experto naquele local já tinha estado, inclusive levando os tesouros que encontraram. Não existe nenhum lugar no mundo que esteja seguro, pois, cedo ou tarde iremos descobrir, é só a questão de tempo.

       Desde a formação do mundo o homem sente essa necessidade de se deslocar sobre a sua superfície, e por que não dizer – não só pelas profundezas da terra e dos oceanos, como pela imensidão desse céu que nos cobre muito além do nosso horizonte – a procura do saber, a procura do imponderável, a procura do desconhecido, a história está repleta dessas descrições.

O Autor na Turquia

       Esse que vós escreveis também tem essa necessidade, não poderia ser diferente dos demais, em “Quem é WJ”, já informávamos em uma frase escrita por Anacleto: “Correu meio mundo, quer a trabalho quer a passeio”, daí para brotar a ideia de dar conhecimento aos nossos leitores do que viu e do que sentiu, foi apenas um passo, pois ainda não parou de andar, continua a efetuar às suas perambulações por onde tiver algo que lhe desperte essa sede, poderíamos até dizer – de aventuras.

       Poderíamos inclusive associar ao viajor à palavra peregrino, pois, vem a ter o mesmo significado, ou seja – aquele que viaja por terras distantes, ou o que corre por diferentes partes do mundo.

       Através de uma série de artigos resolvemos passar para os nossos leitores o que vimos, as aventuras pelas quais passamos, andando de uma terra para outra, tentando compreender muitas das vezes o incompreensível, tentando entender aquela multiplicidade de idiomas, ouve-se alguém falar em uma língua doce e aveludada e ao mesmo tempo nossos ouvidos capta outra, cuja sonoridade chega muitas vezes a ser irritante tal qual um som crespo e despojado de melodia, chegando muitas das vezes a acreditar que estávamos em uma Torre de Babel e que, naquele momento, sendo punido por querermos ver além do horizonte.

O Autor na Grécia

       Quando era jovem tive nas mãos um livro que devorei, o seu título era soberbo e inconfundível, lá estava escrito: “Eram os deuses astronautas”, livro esse que até hoje surge nos meus pensamentos quando, ao andarmos por determinados locais, não conseguimos encontrar as respostas adequadas para aquilo que nossos olhos estão a enxergar.

       Com a finalidade de organizarmos os nossos trabalhos, dividimos os artigos com base nos países que percorremos, vendo a sua história, seus monumentos, seu povo e costumes, bem como assuntos outros que achamos interessante abordarmos, levando em consideração à época no qual percorremos.

Walter Jorge de O. Almeida
wjorge.rlk@terra.com.br

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